Wilalba F. Souza 10/01/2021
Confesso
que nada sei sobre a origem e o empoderamento dessa “nova ordem" política
que estaria a ameaçar as democracias mundiais, como propalam comentaristas
políticos - ditos conservadores - também em seus programas pelas redes sociais.
Seria uma avassaladora incursão do progressismo, acusado da utilização
estratégica, nada ortodoxa, pensada e sistematizada com base em pautas sociais,
como racismo, feminismo, homossexualismo e similares, para alcançar o poder e
implementar, até subliminarmente, suas teses totalitárias.
A
gente, vinda de outras gerações, e criada conceitualmente em torno de uma
cultura cristã, temente a Deus, de comportamento pautado no respeito à família,
às regras sociais, ao casamento e aos bons costumes, se assusta quando vê
extremismos, do tipo direita e esquerda, eivados de negação permanente ao
entendimento, a um termo consensual. Simplesmente despreza-se a harmonia,
concentrando fogo para execração, pura e simples, do "inimigo". E,
claro, isto é impensável para quem sempre se pautou pelo equilíbrio e desejou
se ver livre das correntes limitadoras de pensamento e das liberdades
individuais, decorrentes de decisões unitárias, centralizadas, autoritárias,
pior, incontestáveis!
Longe
de entender, ou prever, mesmo que simploriamente, o que nos aguarda, é-nos
especialmente estranha essa gana separatista entranhada nas mentes, em tempos
de mídia ilimitada, controlada por uma censura selvagem e extra institucional.
Sem
morrer de amores pelo presidente americano Trump, espanta-me saber que ele é
cerceado em seus pronunciamentos, pelas grandes empresas donas das redes
sociais (Big Techs) via YouTube, Twitter ... etc. Como? Será que essas
entidades se transformaram num tribunal extra-super-humano, incontestável,
supremo, insofismável? E isto nos dá medo, temor, num mundo cada vez menor e
mais violento.
E
fazemos uma pergunta: em países como Rússia, China, Índia, Emirados e Coréia do
Norte, essa tal nova ordem já se instalou? Ou essa ameaça só vale para os
ocidentais, especialmente pros Estados Unidos e Brasil, cujos problemas na
esfera governamental, nas relações com demais poderes, hoje se apresentam
similares, estranhos, confusos e beligerantes?
Até
lá pro dia 20 de janeiro, Trump entrega a presidência dos Estados Unidos a
Biden, do Partido Democrata Americano, com tendência à esquerda. É o que dizem.
Observei que os nossos "esquerdistas" tupiniquins estão eufóricos. Me
parece que estão torcendo para que o novo presidente não se acerte com o atual
governo brasileiro, ou seja, não se alinhe a nós, em prejuízo aos interesses
maiores do país, mormente insistindo com a demanda esquisita que debita ao
Brasil responsabilidade pelo aquecimento global, via queimadas da floresta
amazônica, para que isto se reflita negativamente na administração Bolsonaro.
Ele seria o alvo, mesmo que as bombas destruam, também, o Brasil, pois sairia
enfraquecido nas próximas eleições presidenciais. Pra mim, pura sandice...
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