Wilalba F. Souza 30/09/2017
Admirado, banzado, boquiaberto,
estupefato, pasmado, surpreendido, atônito, etc, são sinônimos ou significados
da palavra título. Pra mim ficaria mais apropriado dizer: lançado de cima do
barranco, caindo do avião, e daí pra lá. Pelo menos é o que se espera, ou se esperava
dos brasileiros, como sentimento. Entretanto aprendemos a ouvir, ver e pagar a
conta, sem reação efetiva. Dias passados um general disse que há, na
Constituição dita cidadã, instrumento que garante intervenção... E logo aqueles
políticos mais envolvidos em corrupção e
“cabeludos” processos deram a grita, em
defesa sua democracia especial, cruel, opressora, covarde, corrupta e cara.
Só pra exemplificar, fiquemos com os
quadros pintados, montados e trabalhados, por anos a fio, da cidade do Rio de
Janeiro, com duas vertentes: uma de investimentos gigantes em obras públicas, destinadas
a viabilizar os eventos dos jogos olímpicos mundiais e campeonato mundial de
futebol, conseguidos via pagamento de propina aos órgãos patrocínadores dos
acontecimentos, quais sejam, a Fifa, do futebol e o Comitê Olímpico
Internacional e outra, angariar dinheiro sujo, pago mediante superfaturamento. Governo de quem? Lula, sempre ele!!! Esse
homem entrega tudo pra se manter sob os holofotes ou no poder.
Um caso de tratamento psiquiátrico! Pôs
Dilma no governo, enquanto tinha popularidade, porque queria voltar quatro anos
depois. Deu zebra. O “poste” criou raízes e produziu frutos imprestáveis,
podres e indigestos para a nação e muito, muito dinheiro sujo para políticos,
de seu partido e de outros que, sem nenhum pudor, “enfiaram a mão”!
O estado do Rio de
Janeiro é a síntese do Brasil atual. Tem ex-governador e alguns de seus asseclas
presos, mas uma legião de ladrões da classe política e servidores públicos
soltinhos da silva. Não há polícia que dê conta. Resultado disso tudo?
Inadimplência estatal, salários atrasados e caos por todo lado. Na tal favela da Rocinha a própria polícia só entra
se as Forças Armadas derem cobertura, mesmo assim com poucos resultados. É pior
que caçar ratos no serrado. Enquanto isto o que mais se discute, “cabeça a
cabeça” com as ações da “lava-jato”, são as manobras, as firulas, os
“conchavos” dos políticos para livrarem-se soltos das garras da justiça e
conseguir dinheiro público, já escasso, que pague suas milionárias campanhas
do ano que vem, pois, as poderosas empresas brasileiras não podem mais contribuir. É
um país sem memória, sem lei e sem coragem. Nem abismado fica mais!!!
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