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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Abismado


Wilalba F. Souza                                     30/09/2017

Admirado, banzado, boquiaberto, estupefato, pasmado, surpreendido, atônito, etc, são sinônimos ou significados da palavra título. Pra mim ficaria mais apropriado dizer: lançado de cima do barranco, caindo do avião, e daí pra lá. Pelo menos é o que se espera, ou se esperava dos brasileiros, como sentimento. Entretanto aprendemos a ouvir, ver e pagar a conta, sem reação efetiva. Dias passados um general disse que há, na Constituição dita cidadã, instrumento que garante intervenção... E logo aqueles políticos mais envolvidos em corrupção  e “cabeludos” processos  deram a grita, em defesa sua democracia especial, cruel, opressora, covarde, corrupta e cara.

Só pra exemplificar, fiquemos com os quadros pintados, montados e trabalhados, por anos a fio, da cidade do Rio de Janeiro, com duas vertentes: uma de investimentos gigantes em obras públicas, destinadas a viabilizar os eventos dos jogos olímpicos mundiais e campeonato mundial de futebol, conseguidos via pagamento de propina aos órgãos patrocínadores dos acontecimentos, quais sejam, a Fifa, do futebol e o Comitê Olímpico Internacional e outra, angariar dinheiro sujo, pago mediante superfaturamento.  Governo de quem? Lula, sempre ele!!! Esse homem entrega tudo pra se manter sob os holofotes ou no poder.
Um caso de tratamento psiquiátrico! Pôs Dilma no governo, enquanto tinha popularidade, porque queria voltar quatro anos depois. Deu zebra. O “poste” criou raízes e produziu frutos imprestáveis, podres e indigestos para a nação e muito, muito dinheiro sujo para políticos, de seu partido e de outros que, sem nenhum pudor, “enfiaram a mão”!

O estado do Rio de Janeiro é a síntese do Brasil atual. Tem ex-governador e alguns de seus asseclas presos, mas uma legião de ladrões da classe política e servidores públicos soltinhos da silva. Não há polícia que dê conta. Resultado disso tudo? Inadimplência estatal, salários atrasados e caos por todo lado. Na tal  favela da Rocinha a própria polícia só entra se as Forças Armadas derem cobertura, mesmo assim com poucos resultados. É pior que caçar ratos no serrado. Enquanto isto o que mais se discute, “cabeça a cabeça” com as ações da “lava-jato”, são as manobras, as firulas, os “conchavos” dos políticos para livrarem-se soltos das garras da justiça e conseguir dinheiro público, já escasso, que pague suas milionárias campanhas do ano que vem, pois, as poderosas empresas brasileiras não podem mais contribuir. É um país sem memória, sem lei e sem coragem. Nem abismado fica mais!!!

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