· Atentado ou
crime contra a Pátria ou
· Traição à
Pátria.
Wilalba F. Souza
23set2.014
Em tempos de campanha eleitoral por
todos os lados surgem nomes de candidatos e, quase sempre, um comentário a
respeito do dito cujo. Recentemente, em uma roda de amigos, um resolveu revelar
o nome de seu candidato a deputado, vindo, imediatamente, uma” reprimenda” : -
Pô, esse cara ficou todo enrolado, quando na Câmara Federal, por desvio de
recursos públicos. Escolhe outro, sô!
Nada disso, respondeu o eleitor
decidido: - afinal quem é desses
políticos que nunca fez isto! Assim amigos,
fica institucionalizada a má conduta em
cargos eletivos – ou não – pelos
próprios brasileiros. É cultural. E esse
ranço é de difícil remoção.
Os políticos de nossa terrinha sabem manobrar
estas coisas, tratando-as com uma naturalidade tal que ficam, os mal feitos,
reduzidos a coisas de somenos importância. Por exemplo: pelos noticiários
sabemos que na Argentina o governo controla, “a muque”, a imprensa e outros
órgãos como o”IBGE” deles, cujos números e pesquisas são mudados ao seu bel
prazer. E não é que por aqui nosso governo tem interferido! Pesquisa recente
divulgada sobre evolução das diferenças entre classes sociais não agradaram e
tiveram que se alteradas. A D. Dilma disse que foi apenas um equívoco sem
importância. Partindo de uma instituição que fornece dados úteis às políticas públicas, me soa bem estranho.
Perdem, mais ainda, o governo e o IBGE, credibilidade.
Conforme tem sido amplamente divulgado,
todos os políticos mensaleiros estão sendo rapidamente liberados para
trabalhar(!). As sentenças do Juiz Joaquim Barbosa têm sido “reformadas” para
favorecê-los. Interessante que ninguém mais comenta sobre as multas que lhes
foram aplicadas. Se pagaram ou não! E como o dinheiro desviado quando exerciam
altas funções governamentais evaporou! Nem tudo que é legal soa correto. Se
este governo continuar nessa batida nossos tribunais superiores serão ocupados,
em ampla maioria, por nomeações políticas. E o que temos certeza, e lamentamos,
é que dessa forma não há como haver imparcialidade. É dono e avaliza tudo: do
Congresso e da Justiça. Interessante é que quem está “pagando (?) o pato” é o”operador
das falcatruas” Marcos Valério e seu pessoal, menos influente (não político)
desse poderoso grupo.
Sobre os “lesas Pátrias”, nunca vi
ninguém enquadrado por esse crime no nosso País. O que posso garantir é que se
resolverem trancafiá-los não haverá cadeias suficientes. Nem Albergues. Nem
tribunais para julgá-los.
Deve ser por isto que dizem por aí:
PROBLEMA QUE NÃO TEM SOLUÇÃO, NÃO É PROBLEMA! Sábia constatação.
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