
Wilalba F. Souza 02jan2015ho
Acompanhando, pelos meios de comunicação, notícias sobre as medidas que a presidente, e mesmo os governadores empossados, planejam adotar. E assim, de imediato, todos deixam claro que farão um arrocho nas finanças públicas para tentar diminuir o tal déficit e evitar um mal maior, parecido, certamente, com situações pelas quais o país já passou há anos atrás. E não sei se esses políticos o conseguirão, mesmo porque, penso eu, haverá reações por todos os lados, de setores que serão penalizados, principalmente dos segmentos ditos “do povão”. Já estão mexendo em direitos sociais conquistados há muito pelos trabalhadores. A Previdência é o mote: seguro desemprego, pensões e outros benefícios serão “detonados”, segundo os dirigentes, sem prejuízo pra ninguém! Ora, se há cortes, há prejuízos. Esse negócio de ter dois “modelos” de pensionistas é outra insanidade, pois quem já é viúva de trabalhador, continua com a pensão integral, quem vai ser pensionista, receberá a metade! Então amigo, você que é trabalhador, ou aposentado, morre não! É problema! E “vai dar bode”! Não é justo!
Aí não tem jeito! Mais uma vez tenho que
retroagir ao governo do rei das falácias desta nação, o “estadista” (tem muita
gente que o reconhece como) que, há uns oito anos, mais ou menos, “arrotou” que
o Brasil nada devia ao FMI, e mais, que estava emprestando dinheiro para o tal
fundo, etc, etc. Quem é mais velho sabe que, por muitos anos, ficamos sob a
égide econômica desse órgão internacional. A economia era descontrolada, em
todos os sentidos e, depois de “planos e planos econômicos”, apareceram Itamar
Franco e Fernando Henrique que” adormeceram”, profundamente, o monstro da
inflação. E ele, se não for mantido nessa letargia, pode acordar. E às vezes
muito bravo e com fome. Então o metalúrgico Lula “deitou e rolou”. Tendo a economia
sobre controle e bons assessores, expandiu, além das contas, programas sociais
eleitoreiros que mantém gente carente em dependência, sem poder se libertar,
tal qual os antigos currais eleitorais, usando toda a “gordura” acumulada pela
inteligência de seus antecessores, aumentando a dívida interna, hoje enorme.
Foram até bons anos, útilíssimos à re-eleição, alegria e festas!!! Só!!!
Lula inventou Dilma, segundo ele uma boa
gestora, e “a elegeu” presidente de um dos maiores países do mundo. E nem quero
discutir seu currículo, mesmo considerando que nele foi descoberto um diploma
por curso que ela não fez! Também, Lula não tem nenhum e chegou lá! Mas a
pergunta é se ele passou o país pra ela com “tudo nos eixos”. Chego a desconfiar
que não, pois um mandato dá pouco tempo para se destruir um Brasil. E o
ex-presidente, parece que de má vontade, colocou-lhe “sua” faixa, mantendo no
governo, e em postos muito importantes, até ao lado da nova“comandante”,“olheiros”.
Bom, mas nesse primeiro mandato, a “presidenta” trabalhou, e muito, segundo
percebo, para conseguir sua reeleição. Coisa do Partido dos Trabalhadores,
objetivando somente se manter no topo. E dá-lhe escândalos, desvios propositalmente
relegados a segundo plano ou “jogados pra debaixo do tapete” nesses anos todos.
Desmandos pelas estatais, os Correios invadidos por “mãos leves”, a Eletrobrás
“claudicante”, a Petrobrás “dilapidada”, os “mensaleiros” cheios de regalias,
mesmo condenados. E, em campanha, D. Dilma jurava que estava tudo sob controle,
a oposição rezava com o “capeta”, jogava sujo, e, de forma alguma, haveria
perdas de direitos sociais em seu governo futuro, bla, bla, bla, bla, bla, bla...
É! O país está numa situação dificílima!
Esses governantes que aí estão conseguiram complicar “o meio de campo”, focados
somente em
reeleição. Conseguido isto, o povo vai pagar a conta, como
sempre, aliás! E, depois das pomposas festas montadas pelos “eleitos”, com
dinheiro público, já curto, para suas posses, vem o “remédio”, ih! Amargo!
Foram 4.000 seguranças para D. Dilma, que se cercou de claques petistas para
aclamar seu novo mandato, com a presença de sem número de políticos e
autoridades convoc... digo, convidadas, para o “beija mão”, igualzinho as
festas das antigas “coroas” na idade média. Agora esses mandatários nos expõem
a um verdadeiro terrorismo: em Minas o governo anuncia que não tem dinheiro para
pagar o salário, em janeiro, aos funcionários; no Rio Grande do Sul o novo
governador afirma que não vai quitar contas de fornecedores deixadas pelo seu
antecessor; no Distrito Federal professores ficaram sem o décimo terceiro
salário, mas o circo foi montado para a festança pública do final de ano,
regada a Shows de artistas caríssimos. E, já que é assim, fomos para Copacabana
assistir ao maior espetáculo da terra, custeado também pelo “Pezão”, re-empossado
Governador do Estado, que declarou sua disposição de cortar gastos a ”torto e a
direito” em sua administração. Enquanto isto sua Polícia Militar, de serviço
naqueles festejos, recebeu lanche com pão mofado para sua alimentação (deu no
Uol – com foto). Esses caras, todos eles, são dose pra leão!!! E não tem outro
jeito: festejemos a democracia!!!
Nenhum comentário:
Postar um comentário