Wilalba F. Souza 10/Ago/2016
As autoridades brasileiras proibiram os vôos de drones perto de aeroportos e instalações esportivas utilizadas durante a olimpíada. Foram traçadas zonas de limitação, onde esses “aeros”, de maneira alguma, podem ser alçados. Estranhamente, documento difundido pela Polícia Militar de Minas, com base na regulamentação baixada pela ANAC (Secretaria de Aviação Civil), não tratou dos tais de VANTs (Veículos Aéreos não Tripulados) que, também remotamente controlados, têm meios de planeio e propulsão, à feição das aeronaves convencionais, a exemplo dos aeromodelos esportivos.
Drones e VANTs podem ser dotad
os de FPV, que é um sistema de transmissão de imagens por câmeras de alto padrão tecnológico. O operador do equipamento vê, sob o prisma de quem hipoteticamente esteja embarcado na diminuta aeronave, com tudo gravado para, caso haja interesse, seja feita uma edição. Mal comparando, os drones, por terem hélices de sustentação, são semelhantes aos helicópteros, e os VANTs iguais aos aviões, tal qual o conhecemos. Logo, os tais “zangões” detêem a preferência de todo mundo, pois alça vôo de qualquer lugar, sendo, na realidade, um divertimento e tanto.
os de FPV, que é um sistema de transmissão de imagens por câmeras de alto padrão tecnológico. O operador do equipamento vê, sob o prisma de quem hipoteticamente esteja embarcado na diminuta aeronave, com tudo gravado para, caso haja interesse, seja feita uma edição. Mal comparando, os drones, por terem hélices de sustentação, são semelhantes aos helicópteros, e os VANTs iguais aos aviões, tal qual o conhecemos. Logo, os tais “zangões” detêem a preferência de todo mundo, pois alça vôo de qualquer lugar, sendo, na realidade, um divertimento e tanto.
O controle institucional desses “brinquedos” deveria ter sido pensado quando eles começaram a habitar os espaços urbanos. Existem modelos para todos “os bolsos”. Desde diminutos, até aparelhos maiores, com alta tecnologia embarcada. São pequenos “voadores” computadorizados que podem “se virar” “sozinhos, depois de programados, em relação à altura, itinerário, velocidade e tempo de sustentação. Se orientam por satélites e seus GPS facilitam seu controle. Quando suas baterias estão se esgotando eles retornam – os mais equipados – para a base de onde decololaram. Atualmente, esquecendo a parte desportiva e de lazer, os drones já se tornaram, também, importante ferramenta em diversas áreas de trabalho.
Agrimensores, construtores, divulgadores, fotógrafos, polícia, bombeiros, e mais uma gama enorme de profissionais, já adotaram os drones. Fascinam, realmente, mas são suscetíveis de acidentes e queda por falha mecânica e, dependendo do peso, é iminente o perigo a terceiros, principalmente quando operados em área urbana ou local densamente povoado. Há notícias de incidentes desse porte. Em Barbacena, um fotógrafo que operava o seu, numa festa popular, perdeu o controle do aparelho que se espatifou perto de um grupo de frequentadores. Fáceis de adquirir, qualquer um pode recebe-lo, via Mercado Livre e outros sites de vendas internacionais. Compra-se pronto ou as peças para montagem. Assim, amigos, ao lado de quem tem consciência para seu uso, há aqueles que arriscam, por exemplo, a passear com suas “máquinas” por sobre áreas urbanas e impróprias, sem o menor constrangimento.
Por falar nisto, mesmo com a divulgação constante da proibição, um drone sobrevoou, há dias, o Estádio Maracanã, durante a abertura da badalada Olimpíada. Falaram que iam encontrar o infrator. Até hoje, pelo que se saiba, não conseguiram. É comum, neste nosso Brasil, normas e leis serem violadas, dolosamente, por muita gente certa da falta de fiscalização. É só lembrar o que fazem os pichadores por nossas cidades, impunemente. Esta semana eles espancaram, e mataram, me parece que no Rio, um morador que saiu para reagir a essa prática asquerosa. E os empinadores de pipas com suas linhas chilenas ou com cerol, que ceifam, impunemente, a vida de dezenas de cidadãos, todos os anos? Nunca vi qualquer um deles preso!
Não tem jeito! Vamos ter continuar aturando os pichadores, os drones e... as pipas. Ninguém dá jeito!!!
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