Wilalba
F. Souza
22/02/2018
Os Estado de Minas Gerais, nessa
administração Pimentel, desde seu início, está numa penúria de dar dó! O
governador, com baixíssimos índices de aprovação, embora domine a Assembleia
Legislativa – é um espanto -, vive se esgueirando. As contas públicas não têm
sido pagas, a exemplo dos conveniados da assistência médica e saúde dos
policiais militares. Já são cinco meses. E muitos fornecedores estão
suspendendo o atendimento, pra desespero dos segurados do sistema. Sobre as
contas do IPSEMG nem falo, porque não conheço.
Parece que ontem Lula esteve em Belo Horizonte para
confirmar o lançamento de sua candidatura a presidente, num evento público.
Abraçado a Pimentel, e todo risos e sorrisos, desancou os juizes e tribunais
que o condenaram – êta Brasil! Há uma duas semanas entraram com ação contra o
deputado capitão Bolsonaro, alegando que ele estaria fazendo campanha
presidencial irregular. Não devo votar nele, mas dá pra entender? Lula declarou
que não aceita tais condenações, frutos de perseguição política. Ele que não se
explica e nada mostra que o inocente. O governador mineiro, outro cheio de
processos, era todo receptivo, alegria exposta, numa demonstração enganosa de
que tudo anda maravilhoso em sua administração, devedora, até hoje, de salários
de dezembro e 13º, a milhares de funcionários, dentre eles os professores,
classe que integra muitos eleitores do PT.
Recentemente, em pomposa solenidade,
Pimentel condecorou e premiou colaboradores da Coordenadoria Estadual de Defesa
Civil (CEDEC), por bons serviços. Tudo normal se, durante essa iniciativa, e na
recepção, segundo me disse um dos agraciados, até agradecido, não tivessem
servido um coquetel composto de iguarias diversas e camarões vindo do nordeste
– de avião, por sinal – e que teria ficado em mais ou menos oitenta mil reais.
Pra quem, há pouco tempo, foi criticado por adquirir helicóptero de milhões,
realmente parece ser uma quantia pouco significativa, não fossem os milhares de
trabalhadores deixados sem cobertura salarial e os débitos em aberto.
Ano passado, em conversa com um amigo,
ele quase que previu: - Ano que vem, o das eleições, o dinheiro vai aparecer,
disse, e eu respondi: - Duvido, os cofres públicos estão vazios. Só que, agora,
em meio a essas desgraças todas, vejo no noticiário: “Governador deve
regularizar o pagamento dos funcionários a partir de abril, encerrando o
parcelamento. Aí pergunto: - Como, se as dívidas são enormes, os investimentos
inexistem e o governo central nada tem a ver com petistas? Será que
“esconderam” dinheiro e vão usá-lo agora, numa candidatura à reeleição? Ou é
mais uma manobra sórdida, via empréstimos, que nos endividarão mais ainda,
empurrando os problemas pra frente? É prática corriqueira, deles!
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