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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Tá difícil. Deus nos acuda!



Wilalba F. Souza                                                              01/Fev/2018

Sabemos que o Brasil passa por séria crise moral responsável, também, pela insustentável crise financeira, explicadas por economistas, curiosos e palpiteiros, como eu. Em três anos de governo petista, nas Minas Gerais, via Pimentel, a administração nada mais fez que juntar “trocados” para pagar algumas poucas despesas, além de tentar quitar o salário do funcionalismo, de três vezes. O tal “caixa único”, adotado por todos os governos e que centraliza tudo dentro de um só cofre, pega “rebarbas” de todo lado. De dinheiro federal “carimbado” a contribuição previdenciária do segurado/funcionário,  descontada em folha. Que quer dizer isto? Que a previdência não tem dinheiro, não tem reservas. Os institutos deixaram de ser autarquias, autônomas, para se tornarem simples repartições governamentais. É quando dizem, via imprensa, que ela está deficitária em bilhões de reais. E é verdade, por conta da farra que esses políticos vêm fazendo, há anos, desde quando o país era jovem e a maioria dos trabalhadores contribuía!

O sistema de atenção à saúde dos militares estaduais (PM e Bombeiros) e suas famílias está na berlinda, porque os fornecedores e prestadores de serviço estão, há quatro meses, sem receber. Pelo Estado vários hospitais e clínicas suspenderam o atendimento, deixando muita gente sem cobertura. E isto além de preocupar, deixa inseguro o militar que sai para cumprir seu patrulhamento pelos bairros, praças, estradas e área rural. Numa palestra, um oficial – gestor do sistema – afirmou que o governo prometera quitar boa parte da dívida até fevereiro, que já chegou, com a arrecadação do IPVA (imposto anual de veículos automotores). É lastimável! Será que vai pagar mesmo? Não sabemos se os fornecedores têm “gás” para bancar essas contas até lá. Eles também investem...

O tal orçamento só não deixa de ser cumprido quando se trata de repasses financeiros ao judiciário e ao legislativo, verdadeiros sumidouros de dinheiro da federação, dos estados e municípios. Essa tal Reforma Previdenciária tinha que começar por lá. Pouco se fala sobre eles. Aliás, eles se concedem aumentos, abonos e outros penduricalhos que elevam suas rendas. Isto, rendas! A farra deles é enorme: auxílio moradia, até pra quem mora em sua casa própria, bolsas creches, auxílios paletó, indenização de combustível, passagens de aviões, diárias, verbas de representação, recursos para contratação de funcionários, aluguel de carros, etc, etc. Na realidade, tudo uma beleza só. Mas são eles que decidem como são e serão as leis, então, é como se o povo entregasse ao ladrão a chave do cofre! Seus barcos navegam em águas tranquilas. E eles é que decidirão (?) sobre as reformas tão necessárias, imprescindíveis mesmo, à recuperação econômica do país. Deus que nos acuda!!!

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