Wilalba F. Souza 09/12/21
Realmente
um acinte, numa cidade onde há carências enormes de assistência à população. E
a vereança - pelo menos a maioria dela - prefere cuidar de seus umbigos. Fica
parecendo aquela história da "farinha pouca, meu pirão primeiro"! E
é, ninguém tem dúvida.
Pelo
que consta, e o que na prática ocorre, é que a maioria dos vereadores continua
exercendo suas atividades profissionais, fazendo da câmara apenas um
"bico" de arrecadação mais que complementar.
E
a gente, como cidadão, tem que reclamar, porquê as coisas vão de mal a pior,
inda mais que até o prefeito, refém dos vereadores, mal assumira o cargo,
arranjou uma viagem para a Rússia, e teve que ficar, por lá, de quarentena,
gastando dinheiro - de onde, não sabemos - por ter positivado covid, por uma boa
temporada, deixando seus afazeres por aqui.
As
ruas estão esburacadas. Dia desse ficamos sem coleta de lixo (caminhão quebrado), por quê? E a falta d’água por três dias?
Ah, a bomba quebrou. Outra vez? A motivação seria falta de dinheiro ou de uma
gestão mais responsável?
Fiscalização
e controle de trânsito é um horror. Falta investimento em pessoal da Guarda
Municipal. Ah, faltam recursos, diriam! Tudo bem! Sem dinheiro, também, para
organizar a passagem de pedestres entre os Bairros Passarinhos e Vilela, o que
poderia evitar as altas e estrondosas buzinas a ar, estressantes, das
composições e comboios da MRS-Logística, a da famosa esteira dos minérios. Será
que contatar a empresa resolveria? Como sabê-lo?
Enfim,
todos esses vereadores sabem das nossas carências, mas preferem cuidar de si.
Então votam projetos em nosso desfavor, tal qual esse das cotas pessoais de
gasolina. Até que seria justo, se olhassem mais para a população. Prometeram,
em suas campanhas eleitorais, fazer isto, mas essa história de terror nunca
terá fim.
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