Wilalba F. Souza 11/01/22
O atual presidente foi eleito pela
grande maioria dos brasileiros, em 2018, quando muitas foram as candidaturas
apresentadas ao maior posto - pelo menos teoricamente - hierárquico da nossa
República. Bolsonaro, ex-deputado federal do "baixo-clero" - mero desconhecido
- e por causa das redes sociais, passou a ser muito falado, embora devesse ter
sido derrotado, pela maioria dos candidatos, segundo os institutos de pesquisa.
Do outro lado, preso, condenado que
fora, por cometimento de um extenso rol de crimes de corrupção, enquanto
presidente, Luís Inácio ficara impugnado. Mas, de dentro de seu xadrez
especial, participou, ativamente, da campanha eleitoral, em favor de quem
indicara, o ex-ministro da educação do governo petista, Fernando Haddad. O ex-governador paulista, Geraldo Alckmin, do
PSDB, também candidato, estava cheio de esperanças, mas teve votação
bisonha. Havia mais pretendentes ao
Alvorada. Mas vamos ficar com estes...
Agora, é só refletir: ninguém do povo
conhecia Jair Bolsonaro; todo mundo do povo conhecia, de longa data, Lula. Sua
caminhada como sindicalista, político e presidente. Suas manobras ilegais,
junto com José Dirceu, nos tempos do mensalão e, depois, conforme restou
provado perante a justiça, seus desvios criminosos de recursos de bancos
estatais, de fundos de pensão; as mal explicadas posses de apartamento e sítio
enrolados, além de farta propina em dinheirama das empreiteiras, da Petrobrás,
das parcerias com ditadores, etc, etc...
Pois é... Haddad, com apoio de Lula,
foi pro segundo turno com o improvável Bolsonaro, que venceu o certame. O
povão, cansado dos petistas e aliados, deu-lhe uma enxurrada de votos! Mas, como pode outra enorme parcela de
brasileiros votar em candidato indicado por Luís Inácio, este possuidor de uma
ficha corrida criminal tão extensa? Só pode ser sua capacidade excepcional pra
mentir e convencer! E ele convenceu, e
ainda convence, muita gente. Pior ainda: tem apoio de todos os partidos de
oposição, sem nomes de peso, ou novidades, em seus quadros. Puro oportunismo
irracional eleitoreiro. Aliás, nessa hora o que importa é a busca pelo poder.
Aí, ficha suja, para políticos, militantes e grande gama dos eleitores
brasileiros, valoriza qualquer currículo, mesmo se tratando de alguém que possa
vir a usar a faixa presidencial, oportunando repetição de desfalques, para
ditar o destino de milhões de pessoas.
Jair Bolsonaro ganhou as eleições, mas
não as levou. Lula e sua turma, durante os anos que ocuparam o
"Alvorada", mobiliaram e, mais que isto, dominaram tudo. Ministérios,
Justiça (STF anulou, na cara dura, todas as condenações de Luís Inácio),
Estatais, Universidades, Congresso e, incrível... a imprensa, antes remunerada!
De maneira que, nos últimos três anos, o governo eleito teve que matar um leão
por dia. E o que mais existe, por aí, são leões, dos grandes. E esse pessoal
inconformado está cada vez mais agressivo. A tal de ética foi, há tempos,
banida de suas vidas. Percebo isto nas redes sociais. Batem muito pesado!
Principalmente os antigos jornalistas que perderam, definitivamente, dinheiro
oficial e o censo do ridículo. Eles não produzem "fake news"! Eles
mentem descaradamente, mesmo.
Se enfiarem Lula pelas nossas goelas,
vejam bem, teremos de engolir, junto, toda sua "trupe”, sabidamente grande
e exigente! E pensar que a falida Petrobrás, em três anos, se transformou na
empresa mais valiosa da América Latina; o BNDS, a Caixa Econômica Federal e os
Correios retomaram seus rumos e finalidades cidadãs, sem a interferência
indevida de maus e desonestos gestores..., mas uma pergunta que não quer calar:
até quando?
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