O Brasil Inventa a
censura democrática
Este
é o título da crônica de Guilherme Fiúza que escreve, de quinze em quinze dias na revista Época, ele autor do livro “Meu
nome não é Johnny”.
Na
oportunidade dá seu ponto de vista bastante direto a
respeito do nosso governo atual – coordenado pelo PT – que usa meios idênticos
ao da ditadura para censurar quem dele discorda e ainda promove movimentos Políticos
para “legalizar” essas ameaças, via congresso.
O
nosso instinto de preservação nos induz a confiar e a desconfiar. Sistema de governo cada país tem o que
merece. Já disse e afirmo que, dentre todos, a tal de democracia é a minha
preferida, mesmo com as mazelas explícitas diariamente escancaradas pela mídia.
E olha que os poderosos e políticos controlam grande parte de jornais, revistas e canais de televisão.
Assim, recomendamos a leitura
do que disse o nosso Guilherme...
A greve das praças da Polícia
Militar do Pará
Durante
toda existência nos exercitamos em busca
de melhor desempenho e sucesso para alcançar nossos objetivos. A observação de
fatos e seus resultados nos levam, pelo exemplo, muitas vezes, a redirecionar
nossos esforços. Como assim? Em 1.997/98 nossa PM de Minas passou por séria crise
exatamente pela insensibilidade de seus dirigentes – oficiais – que
conseguiram, junto ao governador Azeredo – o mesmo do mensalinho mineiro –
aumento diferenciado para eles.
A
reação das praças mineiras desnudou e expôs a público a fragilidade dos
comandantes, do governo e da própria estrutura da segurança pública. Requisitaram
forças federais, houve tumulto pelas ruas, com disparo de Arma de fogo, em
frente ao Quartel do Comando Geral que vitimou, fatalmente um cabo, também
manifestante. A confusão foi grande e obrigou Eduardo Azeredo a recuar na
questão do malfadado aumento. Pra mim,perdemos todos. Itamar Franco, novo
governador, teve que separar o Corpo de Bombeiros da PM, dar um aumento
“calmante” e, até, promover mudanças nos
regulamentos. A partir daí as “forças externas” passaram, mais ainda, a
influenciar no seio da tropa.
Vejo,
nos noticiários, que o governo do Pará não aprendeu a lição com Minas Gerais.
Com a desculpa de estar dando aumentos para os oficiais compensando por
reajustes anteriores dados a maior para praças, investiu na mesma aventura.
Isto é coisa de amadores. Só pode. Numa estrutura militar a palavra chave é a
denominação “corpo”. A nossa disciplina exige comprometimento entre comandantes
e comandados. E aí a influência externa se faz poderosa. Vem a paralisação
(greve) ilegal, mas que é feita.A
Justiça Militar é acionada e a crise agravada. Tenho certeza que alguma confederação
nacional ligada às praças já desembarcou em Belém, etc, etc... Enquanto isso –
segundo o governo de lá - mil e duzentos guardas municipais farão o
policiamento das cidades afetadas. Resultado? Insegurança para a população,
desgaste, mas muito desgaste mesmo, para a PMEP, e prova de incompetência do
governo e dos seus comandantes. Viu só?
Igualzinho, sem por ou tirar, ao que aconteceu nas Minas da “melhor
polícia do Brasil”. Tomara que eles consigam um “Itamar Franco por lá!!!
O Brasil Inventa a
censura democrática
Este
é o título da crônica de Guilherme Fiúza que escreve, de quinze em quinze dias na revista Época, ele autor do livro “Meu
nome não é Johnny”.
Na
oportunidade dá seu ponto de vista bastante direto a
respeito do nosso governo atual – coordenado pelo PT – que usa meios idênticos
ao da ditadura para censurar quem dele discorda e ainda promove movimentos Políticos
para “legalizar” essas ameaças, via congresso.
O
nosso instinto de preservação nos induz a confiar e a desconfiar. Sistema de governo cada país tem o que
merece. Já disse e afirmo que, dentre todos, a tal de democracia é a minha
preferida, mesmo com as mazelas explícitas diariamente escancaradas pela mídia.
E olha que os poderosos e políticos controlam grande parte de jornais, revistas e canais de televisão.
Assim, recomendamos a leitura
do que disse o nosso Guilherme...
A greve das praças da Polícia
Militar do Pará
Durante
toda existência nos exercitamos em busca
de melhor desempenho e sucesso para alcançar nossos objetivos. A observação de
fatos e seus resultados nos levam, pelo exemplo, muitas vezes, a redirecionar
nossos esforços. Como assim? Em 1.997/98 nossa PM de Minas passou por séria crise
exatamente pela insensibilidade de seus dirigentes – oficiais – que
conseguiram, junto ao governador Azeredo – o mesmo do mensalinho mineiro –
aumento diferenciado para eles.
A
reação das praças mineiras desnudou e expôs a público a fragilidade dos
comandantes, do governo e da própria estrutura da segurança pública. Requisitaram
forças federais, houve tumulto pelas ruas, com disparo de Arma de fogo, em
frente ao Quartel do Comando Geral que vitimou, fatalmente um cabo, também
manifestante. A confusão foi grande e obrigou Eduardo Azeredo a recuar na
questão do malfadado aumento. Pra mim,perdemos todos. Itamar Franco, novo
governador, teve que separar o Corpo de Bombeiros da PM, dar um aumento
“calmante” e, até, promover mudanças nos
regulamentos. A partir daí as “forças externas” passaram, mais ainda, a
influenciar no seio da tropa.
Vejo,
nos noticiários, que o governo do Pará não aprendeu a lição com Minas Gerais.
Com a desculpa de estar dando aumentos para os oficiais compensando por
reajustes anteriores dados a maior para praças, investiu na mesma aventura.
Isto é coisa de amadores. Só pode. Numa estrutura militar a palavra chave é a
denominação “corpo”. A nossa disciplina exige comprometimento entre comandantes
e comandados. E aí a influência externa se faz poderosa. Vem a paralisação
(greve) ilegal, mas que é feita.A
Justiça Militar é acionada e a crise agravada. Tenho certeza que alguma confederação
nacional ligada às praças já desembarcou em Belém, etc, etc... Enquanto isso –
segundo o governo de lá - mil e duzentos guardas municipais farão o
policiamento das cidades afetadas. Resultado? Insegurança para a população,
desgaste, mas muito desgaste mesmo, para a PMEP, e prova de incompetência do
governo e dos seus comandantes. Viu só?
Igualzinho, sem por ou tirar, ao que aconteceu nas Minas da “melhor
polícia do Brasil”. Tomara que eles consigam um “Itamar Franco por lá!!!
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