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quarta-feira, 9 de abril de 2014

O BRASIL INVENTA A CENSURA DEMOCRÁTICA

                      O Brasil Inventa a censura democrática

Este é o título da crônica de Guilherme Fiúza que escreve, de quinze em  quinze  dias na revista Época, ele autor do livro “Meu nome não é Johnny”.
Na oportunidade   dá seu ponto de vista bastante direto a respeito do nosso governo atual – coordenado pelo PT – que usa meios idênticos ao da ditadura para censurar quem dele discorda e ainda promove movimentos Políticos para “legalizar” essas ameaças, via congresso.

O nosso instinto de preservação nos induz a confiar e a desconfiar.  Sistema de governo cada país tem o que merece. Já disse e afirmo que, dentre todos, a tal de democracia é a minha preferida, mesmo com as mazelas explícitas diariamente escancaradas pela mídia. E olha que os poderosos e políticos controlam grande parte  de jornais, revistas e canais de televisão.

Assim, recomendamos a leitura do que disse o nosso Guilherme...


                 A greve das praças da Polícia Militar do Pará

Durante toda existência nos exercitamos em  busca de melhor desempenho e sucesso para alcançar nossos objetivos. A observação de fatos e seus resultados nos levam, pelo exemplo, muitas vezes, a redirecionar nossos esforços. Como assim?  Em 1.997/98  nossa PM de Minas passou por séria crise exatamente pela insensibilidade de seus dirigentes – oficiais – que conseguiram, junto ao governador Azeredo – o mesmo do mensalinho mineiro – aumento diferenciado para eles.

A reação das praças mineiras desnudou e expôs a público a fragilidade dos comandantes, do governo e da própria estrutura da segurança pública. Requisitaram forças federais, houve tumulto pelas ruas, com disparo de Arma de fogo, em frente ao Quartel do Comando Geral que vitimou, fatalmente um cabo, também manifestante. A confusão foi grande e obrigou Eduardo Azeredo a recuar na questão do malfadado aumento. Pra mim,perdemos todos. Itamar Franco, novo governador, teve que separar o Corpo de Bombeiros da PM, dar um aumento “calmante” e, até, promover mudanças  nos regulamentos. A partir daí as “forças externas” passaram, mais ainda, a influenciar no seio da tropa.

Vejo, nos noticiários, que o governo do Pará não aprendeu a lição com Minas Gerais. Com a desculpa de estar dando aumentos para os oficiais compensando por reajustes anteriores dados a maior para praças, investiu na mesma aventura. Isto é coisa de amadores. Só pode. Numa estrutura militar a palavra chave é a denominação “corpo”. A nossa disciplina exige comprometimento entre comandantes e comandados. E aí a influência externa se faz poderosa. Vem a paralisação (greve)  ilegal, mas que é feita.A Justiça Militar é acionada e a crise agravada. Tenho certeza que alguma confederação nacional ligada às praças já desembarcou em Belém, etc, etc... Enquanto isso – segundo o governo de lá - mil e duzentos guardas municipais farão o policiamento das cidades afetadas. Resultado? Insegurança para a população, desgaste, mas muito desgaste mesmo, para a PMEP, e prova de incompetência do governo e dos seus comandantes. Viu só?  Igualzinho, sem por ou tirar, ao que aconteceu nas Minas da “melhor polícia do Brasil”. Tomara que eles consigam um “Itamar Franco por lá!!!




                       O Brasil Inventa a censura democrática

Este é o título da crônica de Guilherme Fiúza que escreve, de quinze em  quinze  dias na revista Época, ele autor do livro “Meu nome não é Johnny”.
Na oportunidade   dá seu ponto de vista bastante direto a respeito do nosso governo atual – coordenado pelo PT – que usa meios idênticos ao da ditadura para censurar quem dele discorda e ainda promove movimentos Políticos para “legalizar” essas ameaças, via congresso.

O nosso instinto de preservação nos induz a confiar e a desconfiar.  Sistema de governo cada país tem o que merece. Já disse e afirmo que, dentre todos, a tal de democracia é a minha preferida, mesmo com as mazelas explícitas diariamente escancaradas pela mídia. E olha que os poderosos e políticos controlam grande parte  de jornais, revistas e canais de televisão.

Assim, recomendamos a leitura do que disse o nosso Guilherme...


                 A greve das praças da Polícia Militar do Pará

Durante toda existência nos exercitamos em  busca de melhor desempenho e sucesso para alcançar nossos objetivos. A observação de fatos e seus resultados nos levam, pelo exemplo, muitas vezes, a redirecionar nossos esforços. Como assim?  Em 1.997/98  nossa PM de Minas passou por séria crise exatamente pela insensibilidade de seus dirigentes – oficiais – que conseguiram, junto ao governador Azeredo – o mesmo do mensalinho mineiro – aumento diferenciado para eles.

A reação das praças mineiras desnudou e expôs a público a fragilidade dos comandantes, do governo e da própria estrutura da segurança pública. Requisitaram forças federais, houve tumulto pelas ruas, com disparo de Arma de fogo, em frente ao Quartel do Comando Geral que vitimou, fatalmente um cabo, também manifestante. A confusão foi grande e obrigou Eduardo Azeredo a recuar na questão do malfadado aumento. Pra mim,perdemos todos. Itamar Franco, novo governador, teve que separar o Corpo de Bombeiros da PM, dar um aumento “calmante” e, até, promover mudanças  nos regulamentos. A partir daí as “forças externas” passaram, mais ainda, a influenciar no seio da tropa.

Vejo, nos noticiários, que o governo do Pará não aprendeu a lição com Minas Gerais. Com a desculpa de estar dando aumentos para os oficiais compensando por reajustes anteriores dados a maior para praças, investiu na mesma aventura. Isto é coisa de amadores. Só pode. Numa estrutura militar a palavra chave é a denominação “corpo”. A nossa disciplina exige comprometimento entre comandantes e comandados. E aí a influência externa se faz poderosa. Vem a paralisação (greve)  ilegal, mas que é feita.A Justiça Militar é acionada e a crise agravada. Tenho certeza que alguma confederação nacional ligada às praças já desembarcou em Belém, etc, etc... Enquanto isso – segundo o governo de lá - mil e duzentos guardas municipais farão o policiamento das cidades afetadas. Resultado? Insegurança para a população, desgaste, mas muito desgaste mesmo, para a PMEP, e prova de incompetência do governo e dos seus comandantes. Viu só?  Igualzinho, sem por ou tirar, ao que aconteceu nas Minas da “melhor polícia do Brasil”. Tomara que eles consigam um “Itamar Franco por lá!!!




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