- Dilma destacou, em encontro do PTB (apóia sua re-candidatura), ontem, a
figura de Getúlio Vargas e a inequívoca herança do partido para os
trabalhadores. Pra quem defenestra ditadores, e os petistas fazem isto,menos
com Fidel Castro, é um belo e oportunista reconhecimento ao caudilho que mandou
e desmandou no país por muitos anos.
- Integra a pauta de reivindicações da
Polícia Civil, que ontem estava de greve, por vários estados, inclusive em Belo Horizonte ,
a desmilitarização das Polícias
Militares. Andaram queimando pneus – disseram que era papelão – em plena Praça 7. Porquê
será? Ainda bem que ainda há gente ajuizada – mesmo que em pequena
quantidade – neste Brasil. O Estado de
Minas, em editorial, deu razões e justificativas para
que isto não aconteça.
- O TSE suspendeu o comercial do PT que
pode induzir o eleitor a ter medo, caso o partido saia do poder. As imagens
mostram brasileiros empregados, com acesso a remédios, escolas, lazer, na
atualidade e outros com cara de famintos, maltrapilhos e doentes,
“exemplificando” o passado. Vão entrar com recurso para manter a prática. Enquanto
isto, “o pau tá quebrando na casa de Jô”.
- Xuxa esteve ontem com nossa
presidente. Sérgio Reis também. A primeira, defensora das crianças, contra os
pais que corrigem filhos e, às vezes, dão-lhes umas palmadas. Ela que, pela
televisão, ganha rios de dinheiro sugestionando crianças com seus produtos,
caros e dispensáveis, considerando outras necessidades de famílias humildes que
não têm instrumentos para convencer, disto, suas crianças.
- Dizem que pesquisas e o resultado da
Copa podem determinar a troca de candidato. E, volta Lula não está descartada.
Ele que agora está sem barbas, desdenhando essa possibilidade. Já vi esta
história antes. Não que ocorresse “igualzinha”. Dizem que Jânio renunciou, não
por causa de forças ocultas, mas porque lhe negaram poderes acima do que podia
ter como presidente. Meu pai, o velho capitão Alceu, diria,”- êta falta de
opção!!!
- Transcrevo o que considero a melhor
parte da crônica da Dora Kramer de hoje, em “O Tempo”: Tanto o poder público
constituído, quanto os candidatos da oposição a ele – em todos os níveis – têm
uma responsabilidade que ainda não
se vê expressa nas agendas dos que disputam as eleições. Fácil a tarefa não é.
Fazer o quê? Reprimir? Ninguém quer. É complicado até mesmo defender a tese,
dado que além de todos desejarem o voto dos manifestantes, os brutos também
votam. Conclusão minha, e não é brincadeira: cada um por si e Deus pra todos!
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